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França faz estreia embalada para esquecer 2010

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15 de junho de 2014 14:38

Gabriel


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Com confiança, conquistada nos últimos amistosos, mas preocupada com a força física rival, a França estreia na Copa do Mundo neste domingo (15), contra Honduras, em Porto Alegre.

Nos últimos três jogos antes do Mundial, a França marcou 13 gols e só sofreu um -duas vitórias e um empate.

As vitórias são vistas como combustível para apagar a desastrosa campanha de 2010, na África do Sul, quando foi eliminada na primeira fase, sem uma vitória sequer.

Até a classificação para o Mundial foi difícil, obtida só na repescagem, ao reverter um resultado desfavorável: perdeu por 2 a 0 da Ucrânia na primeira partida e venceu por 3 a 0 no jogo decisivo.

A equipe ainda tenta superar o corte do seu principal jogador, o atacante Franck Ribéry, terceiro melhor do mundo em 2013, na votação promovida pela Fifa.

A estratégia usada pelo técnico Didier Deschamps para motivar os atletas foi montar um discurso de incentivo à união e valorização das características individuais.

A filosofia vem sendo repetida nas entrevistas em Ribeirão Preto, onde a equipe está hospedada. Técnico e jogadores disseram não se preocupar com o esquema tático dos hondurenhos, mas com o porte físico dos adversários.

"Eles usam sempre o mesma esquema, o 4-4-2. Mas precisamos preparar bem nosso ataque, porque eles têm um bom porte atlético e o usam na defesa", afirmou o treinador francês.

O único que disse conhecer algum hondurenho foi o atacante Loic Remy, que citou o lateral Maynor Figueroa, do inglês Hull City.

"Não conheço os jogadores, mas sei que a maioria tem como característica o porte físico forte", disse Remy.

O meia Blaise Matuidi afirmou, no entanto, que o porte físico e o estilo de jogo de Honduras não colocam medo. "O árbitro está no jogo exatamente para evitar problemas com a questão física."

Apesar da confiança dos jogadores, a equipe considera o jogo contra Honduras o mais difícil da primeira fase, por ser a estreia e também por exigir da parte física.

"O primeiro será o mais difícil, depois as coisas se encaixam. A cabeça dos jogadores ficará mais equilibrada e o desempenho físico será melhor", disse Eric Bedouet, preparador físico da seleção.

 

FRANÇA

Lloris; Debuchy, Varane, Sakho e Evra; Pogba, Cabaye e Matuidi; Valbuena, Giroud (Griezmann) e Benzema. T.: Didier Deschamps

HONDURAS

Valladares; Beckeles, Bernardez, Figueroa e Izaguirre; Najar, W. Palacios, Garrido e Espinoza; Bengston e Costly. T.: Luis Suárez

Informações da Folhapress.

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