Radialista de PG é suspeito de tentar matar mãe e filha

Ponta Grossa

31 de janeiro de 2020 17:00

Afonso Verner


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Foto: Imagem: Divulgação
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Crime foi registrado nesta sexta-feira (31), de madrugada. Mãe e filha ficaram gravemente feridas

A Polícia Civil investiga uma tentativa de feminicídio registrada na madrugada desta sexta-feira (31) em Ponta Grossa. O crime aconteceu por volta das 2h na rua Geovane Stark e foi inicialmente atendido pela Polícia Militar - as vítimas tiveram que receber atendimento médico e depois foram levadas a hospitais da cidade. O principal suspeito é o ex-companheiro de uma das vítimas. 

A viatura chegou ao local depois que os vizinhos ouviram gritos e pedidos de socorro e acionaram a Polícia. Lá os policiais encontraram mãe e filha feridas por facadas na região das mãos e dos braços. Familiares afirmam que o responsável pelas agressões é o ex-marido da vítima. Segundo os familiares, o agressor é locutor de rádio em Ponta Grossa. 

Após o socorro das vítimas, a Polícia Militar fez buscas na região e também em um endereço apontado pelas vítimas em outro município, mas o suspeito não foi encontrado. Os familiares contaram ainda que a vítima se separou do agressor há três meses e, desde então, o homem já havia tentado matar a ex-enteada, filha da vítima, uma vez usando um estilete. 

Segundo um familiar da vítima que preferiu não se identificar, o agressor entrou na casa depois de quebrar o ‘contador’ de energia elétrica, deixando a casa sem luz, e quebrando uma telha da casa. Ao perceberem a entrada do homem na casa, mãe e filha se trancaram em um dos quartos - durante a confusão, elas acabaram sendo feridas por facadas. Ainda segundo familiares, antes de fugir o agressor deixou o gás da residência ‘aberto’ para asfixiar as vítimas. 

Casa destruída

Imagens recebidas pelo portal aRede mostram que vários cômodos da casa foram destruídos. Além disso, uma porta acabou totalmente destruída e haviam sangue e objetos quebrados por toda a residência. 

Investigação

A reportagem do portal aRede entrou em contato com o delegado Josimar Antônio da Silva, interinamente responsável pela Delegacia da Mulher, o caso já está sendo investigado. O delegado preferiu não fornecer mais detalhes para não prejudicar a investigação e o nome do radialista também não foi revelado, tanto para não prejudicar o andamento das investigações, como também para preservar as vítimas.

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